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Paróquia nossa senhora das vitórias (Porto União – SC):
como tudo começou
A Igreja Matriz de Porto União se prepara para mais uma Festa das Comunidades nos dias 7 e 8 de outubro, onde celebra Nossa Senhora das Vitórias (dia 7 de outubro). O título referenciando Maria, a Mãe de Jesus, sob a denominação de Nossa Senhora das Vitórias, historicamente remete-se ao ano de 1571 quando uma esquadra cristã, em 7 de outubro, conseguiu estrondoso triunfo contra os turcos na batalha naval de Lepanto, na Grécia, afastando definitivamente o continente europeu do perigo muçulmano, que o ameaçava durante vários séculos.
O Papa Pio V então, em sinal de gratidão, deu à Virgem Maria o título de NOSSA SENHORA DAS VITÓRIAS. Segundo o Livro Tombo II (1993, apud Frei Benjamim Berticelli, p. 344), “em Porto União da Vitória o capitão Silveira Peixoto, pioneiro na exploração desta região e do Rio Iguaçu, estabeleceu, em 1769, o “Entreposto de Nossa Senhora da Vitória” num ponto do rio, onde é hoje União da Vitória. Em 1860, entre os primeiros moradores daqui estava Prudente de Brito, posseiro, que se estabeleceu no terreno do , nome dado pelos primitivos moradores de União da Vitória e, em cujo local, se eleva a Matriz de Porto União. Pretendeu ele fazer naquele uma capela em louvor a Nossa Senhora das Vitórias. Cortou seis esteiros reforçados de imbuia e com a ajuda de moradores, arrastou essa madeira para o início da obra planejada. Mal havia levantado as primeiras madeiras e um raio pôs tudo abaixo. Só em 1890 é que se conseguiu, naquele mesmo local edificar uma modesta igrejinha de madeira, coberta de tabuinhas que serviu por muito tempo para os ofícios divinos. Ali o vigário de Palmas, Aquiles Saporiti, celebrava com o povo. Aos 20 de janeiro de 1906 foi criada a Paróquia, pelo bispo de Curitiba. O primeiro vigário foi Padre João Batista de Oliveira. Sucedeu-o o Padre José Lechner”. A Paróquia Nossa Senhora das Vitórias celebra 108 anos de atividades, por considerar o ano de 1909 como inicio efetivo das ações pastorais levando em conta o primeiro registro escrito (agosto de 1909 – Livro Tombo I, Termo de Abertura).
A atividade missionária requereu muito sacrifícios devido às longas distâncias a serem percorridas, pode-se verificar esse fato observando-se os seguintes registros: “O Padre José Lechner recebeu, em 1909, autorização do vigário de Ponta Grossa para celebrar missa também na Capella de São Sebastião de São João dos Pobres”, atualmente município de Matos Costa (SC). (Livro Tombo I, p. 1 verso). “Em 1913, recebeu licença para atuar como confessor especial das Irmãs da Divina Providência, Colégio em Palmas”. (Livro Tombo I, p. 8 verso).
A modesta Igrejinha (1890) construída, após o sinistro ocorrido, precisava ser substituída por uma nova: “Foi colocada a pedra com todas as solenidades requeridas e necessárias em presença de grande concurso do povo, no dia primeiro de novembro de 1910” (Livro Tombo I, p. 5 verso).
Em 1914 a paróquia recebeu um coadjutor: “Aos 14 de maio de 1914 foi dada a provisão de coadjutor da Parochia a favor do Rev. Frei Osvaldo [Schlenger?], O.F.M” (Livro Tombo I, p. 8 verso). No mesmo ano chega Frei Rogério Neuhaus, que assume como vigário em 9 de maio de 1914 (Livro Tombo I, p. 8 verso).
Frei Rogério Neuhaus enfrentou desafios em sua ação missionária devido ao Conflito do Contestado que se instaurara na região. Assim foi o princípio da caminhada cristã católica na região de União da Vitória e Porto União.

Roseli B. Klein

(PASCOM – Pastoral da Comunicação da Paróquia Nossa Senhora das Vitórias – Porto União – SC)


Fonte: Portal VVALE de Comunicação (vvale.com.br) 

Notícia Postada em 05/09/2017 por: SJ Animasom


 

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